Adicionei no projeto Refactoring-scripts um novo script: o remove-temps. Ele apenas busca recursivamente em um diretório por arquivos temporários e os elimina. Como é útil rodar antes de comitar, adicionei a opção -g, ou --git, que executa o comando "git rm" para todos os arquivos temporários, sendo que para utilizar esta opção, deve-se estar na diretório root do projeto e os arquivos ainda devem existir.
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
afterFormat - script pós formatação para Ubuntu Karmic Koala
Para melhorar nossas vidas nas aulas, alguns amigos e eu tivemos que formatar os PC's das bancadas de aula. Como em nossas bancadas utilizamos Linux, mais precisamente o Ubuntu, fiz um script em shell para automatizar o processo de configuração das máquinas e instalação dos softwares necessários.
Como também tenho que formatar minha máquina e alguns amigos disseram que também irão formatar as suas, e todos iremos instalar o Ubuntu Karmic Koala, fiz uma adaptação do script das bancadas para uma versão que baixe tudo da Internet, instalando automaticamente diversos softwares básicos que sempre são necessários após uma formatação.
Criei um projeto no github para o script afterFormat.sh. Na imagem abaixo está a interface dos script na qual você pode escolher o que quer instalar ou não.

Dê uma olhada no README para mais informações sobre os softwares que afterFormat instala, como executá-lo e como fazer a configuração básica do StarDict.
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Como também tenho que formatar minha máquina e alguns amigos disseram que também irão formatar as suas, e todos iremos instalar o Ubuntu Karmic Koala, fiz uma adaptação do script das bancadas para uma versão que baixe tudo da Internet, instalando automaticamente diversos softwares básicos que sempre são necessários após uma formatação.
Criei um projeto no github para o script afterFormat.sh. Na imagem abaixo está a interface dos script na qual você pode escolher o que quer instalar ou não.

Dê uma olhada no README para mais informações sobre os softwares que afterFormat instala, como executá-lo e como fazer a configuração básica do StarDict.
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domingo, 15 de novembro de 2009
Refactoring scripts em shell
Mês passado estava trabalhando em um sistema que estou desenvolvendo em Rails com amigos da faculdade quando um deles viu que tinha feito uma merda. Ele tinha criado um modelo "viagem" com o scaffolding mas esqueceu de colocar o plural correto no inflections. Assim o scaffolding criou vários arquivos que continham no nome as palavras "viagems" ou "Viagems" e vários arquivos que tinham em seu conteúdo essas mesmas palavras. Contudo ele já havia programado bastante coisa depois disso e ficaria ruim retornar ao commit anterior no git.
Ele já ia alterar tudo manualmente quando falei: Calma aí! Vou criar um script para isso!
Era uma boa oportunidade, já que estou aprendendo a programar em shell. Em pouco tempo criei dois scripts básicos: um para modificar os nomes dos arquivos e outro para modificar o conteúdo. Logo pensei em montar um conjunto de scripts para refactoring já que uso o combo Gedit + Terminal para programar. Daí essa semana comecei a ler o livro Shell Script Professional do Aurélio Marinho, que é muito bom livro por sinal, e dei uma profissionalizada nos scripts para colocar em prática meus aprendizados.
O resultado está no projeto Refactoring-scripts github. Por enquanto são dois:
Ele já ia alterar tudo manualmente quando falei: Calma aí! Vou criar um script para isso!
Era uma boa oportunidade, já que estou aprendendo a programar em shell. Em pouco tempo criei dois scripts básicos: um para modificar os nomes dos arquivos e outro para modificar o conteúdo. Logo pensei em montar um conjunto de scripts para refactoring já que uso o combo Gedit + Terminal para programar. Daí essa semana comecei a ler o livro Shell Script Professional do Aurélio Marinho, que é muito bom livro por sinal, e dei uma profissionalizada nos scripts para colocar em prática meus aprendizados.
O resultado está no projeto Refactoring-scripts github. Por enquanto são dois:
- find-replace.sh - Busca em um arquivo, ou recursivamente em todos os arquivos de um diretório, por uma palavra e a substitui por outra.
- change-file-name.sh - Busca recursivamente em um diretório por arquivos que contenham uma palavra em seu nome e a substitui por outra.
sábado, 12 de setembro de 2009
Erro ao rodar rake db:migrate
Se ao rodar o comando rake db:migrate você está tendo o seguinte erro:
Pode estar tendo o mesmo problema que eu tive.
Quando estava montando um ambiente de desenvolvimento para Ruby on Rails em minha máquina, provavelmente dei uma noobada e instalei o rake com o apt-get ou ele entrou como dependência de alguma coisa e eu não parcebi.
Enfim, estava instalado no sistema como pacote Debian a versão 0.8.1 do rake e também como gem a versão 0.8.7
Para resolver isso, bastou desinstalar o rake do sistema com o comando:
Após ter feito isso, o rake rodou normalmente. Para testar rode:
Se após isso ele indicar que o pacote não está instalado ou algo do tipo, dê uma olhada nesse post: Chamando aplicativos instalados com o ruby gem com um comando no terminal
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rake aborted!
undefined method 'reenable' for [environment]>:Rake::TaskPode estar tendo o mesmo problema que eu tive.
Quando estava montando um ambiente de desenvolvimento para Ruby on Rails em minha máquina, provavelmente dei uma noobada e instalei o rake com o apt-get ou ele entrou como dependência de alguma coisa e eu não parcebi.
Enfim, estava instalado no sistema como pacote Debian a versão 0.8.1 do rake e também como gem a versão 0.8.7
Para resolver isso, bastou desinstalar o rake do sistema com o comando:
sudo apt-get remove rakeApós ter feito isso, o rake rodou normalmente. Para testar rode:
rake --versionSe após isso ele indicar que o pacote não está instalado ou algo do tipo, dê uma olhada nesse post: Chamando aplicativos instalados com o ruby gem com um comando no terminal
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Chamando aplicativos instalados com o ruby gem com um comando no terminal
Primeiramente um conselho: Tudo que puder instalar para desenvolvimento Ruby via ruby gem instale (melhor ainda se usar o rvm). Evite instalar qualquer coisa no sistema via apt-get. Isso pode gerar uma série de conflitos e, além disso, geralmente o repositório do synaptic demora um tempo para ser atualizado. Assim, instalando as gems você terá um sistema mais limpo e os frameworks/aplicativos mais atualizados, além da facilidade de manutenção.
Para que você possa chamar os aplicativos instalados via ruby gem (gem install "aplicativo"), você pode adicionar o path dos binários destes aplicativos rodando os seguinte comandos no terminal (neste caso utiliznado o ruby 1.8):
Isso fará com a linha export PATH="$PATH:/var/lib/gems/1.8/bin" seja adicionada ao aquivo /etc/bash.bashrc. Assim, toda vez que for iniciado o bash, sua variável ambiente $PATH receberá também o caminho dos binários instalados via ruby gem que ficam contidos na pasta /var/lib/gems/1.8/bin.
Contudo, na versão 9.10 do Ubuntu (se você utiliza outra versão, procure saber), o comando sudo foi compilado com a opção --with-secure-path. Assim, mudanças realizadas na variável não surtem efeito quando utilizado o comando sudo. Para contornar isso faça:
Desta forma a variável $PATH será a mesma usando o comando sudo ou não.
Com isso, se eu instalar o rails assim:
e poderei chamar o rails no terminal simplesmente rodando:
As mudanças apenas surtirão efeito ao reiniciar seu terminal ou fazendo:
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Para que você possa chamar os aplicativos instalados via ruby gem (gem install "aplicativo"), você pode adicionar o path dos binários destes aplicativos rodando os seguinte comandos no terminal (neste caso utiliznado o ruby 1.8):
sudo su
echo "export PATH=\"\$PATH:/var/lib/gems/1.8/bin\"" >> /etc/bash.bashrc
exitIsso fará com a linha export PATH="$PATH:/var/lib/gems/1.8/bin" seja adicionada ao aquivo /etc/bash.bashrc. Assim, toda vez que for iniciado o bash, sua variável ambiente $PATH receberá também o caminho dos binários instalados via ruby gem que ficam contidos na pasta /var/lib/gems/1.8/bin.
Contudo, na versão 9.10 do Ubuntu (se você utiliza outra versão, procure saber), o comando sudo foi compilado com a opção --with-secure-path. Assim, mudanças realizadas na variável não surtem efeito quando utilizado o comando sudo. Para contornar isso faça:
echo "alias sudo='sudo env PATH=\$PATH'" >> ~/.bashrcDesta forma a variável $PATH será a mesma usando o comando sudo ou não.
Com isso, se eu instalar o rails assim:
sudo gem install railse poderei chamar o rails no terminal simplesmente rodando:
railsAs mudanças apenas surtirão efeito ao reiniciar seu terminal ou fazendo:
source /etc/bash.bashrc
source ~/.bashrc[ ]'s
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